How you doing?

Primeiramente, esse post é direcionado aos homens, mas exige participação das mulheres!

Quem ouviu o último episódio do Themyscira - Você vem sempre aqui? -  sabe que nós deusas falamos sobre as cantadas. Desde as que dão certo até as mais esdrúxulas, ai adoro essa palavra! E aí, hoje acordei num estalo lembrando do Joey do Friends. A série é superfamosa e acho dificil alguém nunca ter visto ao menos um episódio e adorado.

Então, Joey era um cara considerado pegador. Seus próprios amigos, Chandler e Ross sabiam que não podiam disputar mulher alguma com ele.. era causa perdida! O mais interessante é que Joey tinha uma "técnica" pra pegar mulheres: O famoso bordão " How you doing?", que pra nós brasileiros soa como um simples " E aí?"

Todas as mulheres sempre caíam nesse xaveco. Depois de usar a técnica, ele desenvolvia algum assunto com a garota, jogava aquela velha conversa e sempre conseguia o que queria.

Apesar de se tratar de uma série de tv, eu sinceramente acho que a técnica pode ser aplicada na vida real. Não precisa usar aquela cantada elaborada, porque acaba ficando rídículo! Apenas um " Oi, tudo bem?" já dá um bom resultado! Mulheres gostam de homens de atitudes, que dão o primeiro passo. Se você chegar pra conversar e conduzir um papo interessante, já é meio caminho andado. As mulheres não levam tanto em consideração a aparência física se o carinha tiver um bom papo.

Então se vc, rapaz, quer algumas dicas, lá vai:
  1. Não fique mandando seu amigo dar recados por você! Tenha coragem e vá à luta!
  2. Seja espontâneo sem parecer bobo
  3. Não comece fazendo elogios comuns
  4. Faça alguma piadinha pra descontrair
  5. Tente descobrir alguma coisa que a moça goste de falar e invista nesse papo!
E aí, meninas? Alguém sugere mais algumas dicas pra os meninos saberem como chegar em nós mulheres? Deixe aqui sua opinião!

Aventuras divinas em Natal

Saudações! Este é meu primeiro post no blog do Themyscira e vou estrear falando sobre uma viagem. No podcast #7 Férias a las deusas.

Fiquei perdida pelo meio do caminho numa longa temporada de viagens entre Sampa e o Rio. Em Sampa houve o encontro de Afrodite, Ártemis e eu, Deméter. Depois percorri algumas milhas, fui pra casa, viajei de novo e agora cá estou eu em Natal, na casa de Ártemis. O motivo principal da minha vinda foi um congresso de medicina tropical.

A aventura começa no dia que cheguei, porque depois de passar 12 horas viajando (de avião háááá) o taxi ainda se perde pra achar a casa de Ártemis. Sã e salva, fui no dia seguinte para o congresso, quer dizer, fui para o ponto de onibus mais próximo. O ônibus veio vazio, mas a cada ponto que parava enchia mais e assim era com o trânsito que enchia de igual maneira. Quando achei que não chegava nunca mais (quase 2 horas depois), desci no Praia Shopping, onde um ônibus me deu carona (isso, carona) até o ponto onde eu pegava a tal linha para a Via Costeira (que por sinal estava parado com a ultima pessoa entrando na hora que cheguei atravessando a avenida feito doida).

No 2o ônibus parecia que todos iam para o mesmo congresso: o pessoal com cara de estudante, segurando banner. Quando cheguei no curso de terapêutica de antimicrobianos, encontrei com minha professora que me fez a proposta de ficar no quarto com ela, pago, no hotel do congresso, que por sinal é um resort, com piscinas, praia e tudo.

Na hora do almoço, fui ao Praia Shopping de novo para comer no Habibs (bom, bonito e barato) e achar o carregador do meu celular (pois é, esqueci). Acabei não resistindo, e comprei um biquini maaaraaa numa promoção, junto com uma canga.

Voltei pro hotel e já que estava de bobeira resolvi dar uma fugidinha e ir para a praia. Haviam poucas pessoas e eu estava sozinha. Comecei a me lembrar que muita gente que eu conheço não faria o que eu fiz: viajar sozinha. E nos hoteis, congressos é muito mais comum ver pessoas em grupos ou com namorado(a). Não estou dizendo que não seja ótimo ter um grupo pra fazer farrinha ou um love pra ficar abraçando. Mas lá estava eu, naquela praia linda, sentindo o vento no rosto, a água nos pés e o cheiro de sal. E me deu uma sensação inexplicável de liberdade. Eu poderia ser quem quisesse.

Quando anoiteceu, voltei para casa de Ártemis (agora sem trânsito) meio pensativa. Aproveitei Natal vendo o cotidiano de muitos natalenses (6 ônibus ao todo) e tomando banho de praia no hotel dos turistas. Sozinha e desbravadora.

Palácio em Construção

Esse post é só pra lembrar que nosso palácio ainda está sendo construído. Os mucamos têm trabalhado bastante pra dar o conforto que as deusas merecem. Então, até que tudo fique confortável, você pode ir se achegando, curtindo nosso cantinho e sempre de olho nos podcasts!

Beijo das deusas!